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Henrique Beier
I have a little test that I try and do when criticizing my own work (…) and the work of others:

Take your hand and cover the image of the apple, leaving only the word ‘apple’ visible.
Now move your hand to cover the word ‘apple’, leaving only the image of the apple visible.
Now remove your hand from the page completely revealing both the image and the word at the same time.
You say Apple (1). Or you show Apple (2). Never do both (3)—that’s treating people like fucking idiots.
— Craig Oldham, 10 Penneth 

I have a little test that I try and do when criticizing my own work (…) and the work of others:

  1. Take your hand and cover the image of the apple, leaving only the word ‘apple’ visible.
  2. Now move your hand to cover the word ‘apple’, leaving only the image of the apple visible.
  3. Now remove your hand from the page completely revealing both the image and the word at the same time.

You say Apple (1). Or you show Apple (2). Never do both (3)—that’s treating people like fucking idiots.

— Craig Oldham, 10 Penneth 

It’s unavoidable: the more things that you’re interested in, the better your work will be. Alan Fletcher said “It’s better to be interested, than to be interesting” and the best thing with design is that you can be interested in everything.

—Craig Oldham, 10 Penneth

A man is a success if he gets up in the morning and gets to bed at night, and in between he does what he wants.

—Bob Dylan (via theimpossiblecool)

I’d said all along that his door opened the wrong way and he was going to get blocked in if he wasn’t careful, but no one would listen. I was even barred from discussing the subject in my own house! Now, however, everyone else was standing round sympathizing with Simon as though his fate was completely out of his hands.

—Three to see the king, Magnus Mills

Análise do site O Livreiro

Qual não é a minha surpresa quando me deparo com um e-mail em minha caixa de entrada anunciando o site O Livreiro, enviado pela Livraria Cultura. Na mesma hora pensei “um Shelfari brasileiro”, e estou absolutamente certo. Desde 2007 sou usuário da rede social “para livros e leitores” de Seattle, que veio para saciar minha obsessão por organização da informação, em especial na área da literatura. Era comum alguém me indicar um livro e, no dia seguinte, eu não lembrar mais qual era. Sendo assim, adoro o Shelfari.

Mas o Shelfari sempre teve o problema de ser em inglês. Isso impediu que eu convidasse muitos amigos meus para participarem da rede social, por saber que eles não teriam paciência para descobrir e acostumar-se com mais uma interface, além da decepção de não encontrar a maioria das obras brasileiras e, quando encontrá-las, terem seus títulos traduzidos para o inglês.

Então surge O Livreiro. Apesar de ser muito parecido com o Shelfari e eu não aprovar isso, resolvi criar uma conta pra ver se deslancha. As considerações que seguem são minhas opiniões sobre os primeiros minutos de uso do site.

A rede social Shelfari:

A rede social Shelfari...

E seu irmão tupiniquim, O Livreiro:

e seu irmão tupiniquim, O Livreiro.

Pontos positivos:

  • É em português! E isso merece um grande “viva”!
  • O conteúdo em destaque na página inicial é pertinente e está disposto na ordem que eu esperaria ser apresentado.
  • Possui link direto para compra na Livraria Cultura. Porém, até onde pesquisei, não consegui descobrir se o site pertence à Livraria Cultura ou se é somente uma parceria.
  • A analogia do livro aberto e sua página de rosto é ótima para as informações do mesmo.

Pontos negativos:

  • O amarelo usado como fundo das páginas é simplesmente brochante. Não tenho vontade de passar meu tempo livre fuçando por esse site.
  • A página inicial não mostra os livros do meu perfil, nem meus amigos.
  • A largura da linha de texto é excessiva. Na página Sobre O Livreiro, há linhas com mais de 150 caracteres, muito acima dos ideais 66 indicados por Robert Bringhurst.
  • A frequência das janelas de confirmação é irritante (somando-se, é claro, seu lindo degradê amarelo). Além disso, a palavra “fechar” deveria parecer-se mais com um botão. Ou quem sabe um link.

  • Os elementos gráficos de apoio não têm aparência consistente. Os fundos do menu principal, dos botões e dos cabeçalhos de colunas tem estilos diferentes, sendo que esse estilo “não sei se sou metal, não sei se sou plástico” não combina com a estante de madeira, capas de couro e pedaços de papel.
  • Por falar em pedaços de papel, a textura utilizada como fundo da maioria das colunas é um elemento desnecessário. Um simples fundo branco seria melhor.
  • A busca na página inicial é universal, ou seja, procura por livros, usuários, blog, etc ao mesmo tempo. Isso não é um problema. O problema é que os resultados aparecem todos embaralhados sem indicação visual de seu tipo. Não há nem capas dos livros, só texto. Também não há opção de refinar os resultados. Entretanto, na página Livros há um outro campo de busca (dois campos de busca numa mesma página: algo não muito bom) somente para livros.
  • Ainda na página Livros, o balão de detalhes que aparece ao lado de cada obra quando se passa o cursor sobre sua capa é útil. Mas é também uma pedra no sapato de quem quer ver sobre os livros da direita para a esquerda. Tente e verá.
  • Não é possível adicionar novos livros, nem sugerir.
  • Quando se clica em um link aparece uma animação de um livro sendo folheado e o restante da tela é esmaecida. Apesar da indicação de atividade ser um recurso válido, eu gostaria de poder ler o que existe na página enquanto a outra carrega. A animação poderia ser deslocada para outro lugar, mas a página nunca deve esmaecer.

  • O site não é compatível com o Opera, meu navegador favorito e que uso 95% do tempo.

Enfim, estas são algumas considerações sobre o site e meus primeiros minutos de uso. A lista está longe de ser exaustiva (há dois ícones diferentes para os campos de busca na página Livros, repararam?), mas os itens apresentados são os que considero mais importantes para uma melhor experiência do usuário.

POSTER SERIES: POPULAR TV SHOWS
A humorous view on TV culture

by Albert Exergian

The New York Times Turkish Edition